O Livro Negro do KTR - 3: Meu primeiro rato
Capítulo anterior: O KTR
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Nesse mesmo dia, antes porém da formação oficial do nosso grupo, eu já estava na casa do Ricardo. Tinha ido lá para ver o corpo do Gabiru.
Do nada, outro rato emerge das trevas. A Kelly, a cadela do Ricardo, foi a primeira a vê-lo. Consegue pegá-lo e e começa a chacoalha-lho entre os dentes. O rato guinchava desesperado. Consegue escapar da Kelly, mas…
… Sai voando e choca-se contra a parede. O Ricardo havia lhe dado um chute. Chego com a espingarda de chumbinho e dou-lhe um tiro de misericórdia a menos de um palmo de distância. O projétil penetrou o olho do rato, transformando-o numa massa informe e sanguinolenta. E o maldito ainda vivia!
Outro tiro, atrás da cabeça, pôs um fim ao seu sofrimento e espirrou sangue em todas as direções.
Dois a zero para o KTR.
Nesse mesmo dia, ainda pegamos outro rato, na ratoeira da minha avó. Três a zero.
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Continua em Os outros ratos
